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Artigos do Blog


O risco do consultório não dar certo. Por que diplomas sem prática clínica comprometem a formação em psicoterapia psicanalítica.
O que às psicólogas iniciantes não sabem, é que acumular diplomas de graduação e pós-graduação em Psicanálise não é suficiente para para o trabalho no consultório. A realidade demonstra que a habilitação acadêmica não garante qualificação clínica.
Sem a prática clínica, a formação permanece incompleta — e o risco da carreira não dar certo se torna cada vez maior, especialmente para quem deseja consolidar o consultório psicanalítico mesmo nos primeiros anos de carreira.

Rui Sibilio
2 min de leitura


Quando a teoria não basta: os riscos éticos e técnicos de uma formação sem prática clínica. Por que confiar apenas em diplomas compromete o trabalho em Psicanálise.
A Psicanálise exige muito mais do que um diploma. Confiar apenas na formação acadêmica — graduação ou pós-graduação — para sustentar a prática clínica é um erro que traz consequências sérias, tanto para o paciente quanto para a psicóloga, sobretudo quando o objetivo é consolidar o consultório psicanalítico mesmo nos primeiros atendimentos.
Do ponto de vista técnico, a ausência de experiência prática gera insegurança.

Rui Sibilio
2 min de leitura


Da sala de aula ao consultório: o que realmente forma a psicóloga. Supervisão e seminários clínicos como espaços que qualificam a prática psicanalítica.
A formação em psicoterapia psicanalítica não se esgota em diplomas, aulas e leituras. Embora importantes, esses recursos sozinhos não garantem preparo para o trabalho no consultório.
Para psicólogas que desejam consolidar o consultório psicanalítico mesmo sendo iniciantes, a prática clínica exige mais: contato direto com casos, análise crítica da experiência e reflexão coletiva sobre o que acontece na sessão. É nesse ponto que supervisão e seminários clínicos se tornam fundam

Rui Sibilio
2 min de leitura
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