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Artigos do Blog


O risco do consultório não dar certo. Por que diplomas sem prática clínica comprometem a formação em psicoterapia psicanalítica.
O que às psicólogas iniciantes não sabem, é que acumular diplomas de graduação e pós-graduação em Psicanálise não é suficiente para para o trabalho no consultório. A realidade demonstra que a habilitação acadêmica não garante qualificação clínica.
Sem a prática clínica, a formação permanece incompleta — e o risco da carreira não dar certo se torna cada vez maior, especialmente para quem deseja consolidar o consultório psicanalítico mesmo nos primeiros anos de carreira.

Rui Sibilio
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Psicoterapia psicanalítica além do diploma. Por que a prática clínica é indispensável na formação da psicóloga.
Ter um diploma em Psicologia ou uma pós-graduação em Psicanálise é importante. Mas, quando se trata da prática clínica, esses certificados não bastam. A psicoterapia psicanalítica exige algo que não se aprende em sala de aula: experiência direta no consultório, indispensável para psicólogas que desejam consolidar o consultório psicanalítico no início da carreira.

Rui Sibilio
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Quando a teoria não basta: os riscos éticos e técnicos de uma formação sem prática clínica. Por que confiar apenas em diplomas compromete o trabalho em Psicanálise.
A Psicanálise exige muito mais do que um diploma. Confiar apenas na formação acadêmica — graduação ou pós-graduação — para sustentar a prática clínica é um erro que traz consequências sérias, tanto para o paciente quanto para a psicóloga, sobretudo quando o objetivo é consolidar o consultório psicanalítico mesmo nos primeiros atendimentos.
Do ponto de vista técnico, a ausência de experiência prática gera insegurança.

Rui Sibilio
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Da sala de aula ao consultório: o que realmente forma a psicóloga. Supervisão e seminários clínicos como espaços que qualificam a prática psicanalítica.
A formação em psicoterapia psicanalítica não se esgota em diplomas, aulas e leituras. Embora importantes, esses recursos sozinhos não garantem preparo para o trabalho no consultório.
Para psicólogas que desejam consolidar o consultório psicanalítico mesmo sendo iniciantes, a prática clínica exige mais: contato direto com casos, análise crítica da experiência e reflexão coletiva sobre o que acontece na sessão. É nesse ponto que supervisão e seminários clínicos se tornam fundam

Rui Sibilio
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O equívoco da formação em Psicanálise. Por que somente diplomas não garantem o preparo para a prática clínica no consultório.
Um dos maiores equívocos na formação em Psicanálise é acreditar que aulas, leituras e diplomas são suficientes para preparar a psicóloga para o consultório. A experiência mostra que isso não corresponde à realidade, especialmente para quem deseja consolidar o consultório psicanalítico nos primeiros anos de carreira.

Rui Sibilio
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A formação em psicoterapia psicanalítica para além da sala de aula. Como a supervisão e os seminários fortalecem ética e técnica na prática clínica.
Muitas psicólogas iniciantes acreditam que a formação em psicoterapia psicanalítica acontece apenas em cursos, leituras e diplomas. Essa visão, embora comum, é limitada. A verdadeira formação acontece quando a teoria é testada, confrontada e ampliada dentro da prática clínica — especialmente nos espaços de supervisão e de seminários clínicos, fundamentais para psicólogas que desejam consolidar o consultório psicanalítico desde os primeiros anos de atuação.

Rui Sibilio
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O erro mais comum na formação em Psicanálise. Por que graduação e pós-graduação não bastam para formar uma psicoterapeuta psicanalítica.
Acreditar que a graduação em Psicologia ou uma pós em Psicanálise já basta para consolidar o consultório é um equívoco de muitas psicólogas iniciantes, esse é o erro mais comum. Os diplomas habilitam, mas não garantem preparo. A prática clínica mostra justamente o contrário — a formação convencional não sustenta o trabalho em psicoterapia psicanalítica.

Rui Sibilio
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O engano da formação convencional em Psicanálise. Por que aulas e diplomas não garantem preparo clínico.
Há uma ilusão persistente entre psicólogas iniciantes: acreditar que basta concluir a graduação ou uma pós-graduação em Psicanálise para estar preparadas para atender. Mas esse é um dos maiores equívocos da profissão. O consultório mostra rapidamente que títulos acadêmicos, por si só, não garantem preparo clínico — principalmente para quem deseja consolidar o consultório psicanalítico nos primeiros anos de atuação.

Rui Sibilio
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O mito do diploma na Psicanálise. Entenda por que graduação e pós-graduação não garantem qualificação clínica.
Muitas psicólogas acreditam que a graduação em Psicologia ou uma pós-graduação em Psicanálise bastam para sentir segurança no consultório. Mas a realidade mostra o contrário: os diplomas habilitam, mas não qualificam. Em Psicanálise, a verdadeira formação não acontece apenas na sala de aula, mas dentro do consultório — esse aprendizado é indispensável para consolidar o consultório psicanalítico mesmo sendo iniciantes.

Rui Sibilio
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Mais que sala de aula: a formação em Psicanálise acontece no consultório. Por que a prática clínica é indispensável para se tornar especialista em psicoterapia psicanalítica.
Muitas psicólogas acreditam que acumular diplomas e cursos basta para se sentirem seguras no consultório. Mas a verdade é outra: em Psicanálise, a formação real não acontece apenas nas salas de aula. Ela se constrói, sobretudo, dentro da experiência clínica. É por isso que, para consolidar o consultório psicanalítico mesmo sendo iniciante, a psicóloga precisa priorizar a prática clínica como eixo central da formação.

Rui Sibilio
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O verdadeiro alicerce da psicoterapia psicanalítica. A importância da prática clínica para aprender a Psicanálise.
Consolidar o consultório psicanalítico desde o início exige compreender um ponto central: a prática clínica é o verdadeiro alicerce da formação. Não são diplomas ou leituras isoladas que tornam uma psicóloga iniciante qualificada, mas sim a experiência direta no consultório. É nesse espaço, diante do paciente, que a teoria ganha vida e o aprendizado se enraíza.

Rui Sibilio
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A experiência clínica como base do aprendizado (Princípio 1). Entenda por que a prática clínica é o principal meio de aprender a Psicanálise.
Consolidar o consultório psicanalítico mesmo sendo iniciante é possível, desde que se compreenda o ponto central da formação em Psicanálise. Esse ponto é a prática clínica. É dela que nasce a segurança técnica, a clareza conceitual e a confiança para sustentar um consultório.
A Psicanálise não surgiu em salas de aula, mas dentro do consultório de Freud. Foi a experiência clínica com seus pacientes que deu origem às principais ideias da teoria psicanalítica.

Rui Sibilio
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Aplicar o método psicanalítico (Princípio 3). Entenda como as técnicas de Freud diferenciam a psicoterapia de uma simples conversa.
O método psicanalítico é o que sustenta a prática clínica e assegura que a consulta não se confunda com um simples diálogo cotidiano.
A Psicanálise vai muito além da escuta. Freud estruturou um conjunto de técnicas e regras para o processo terapêutico. Graças a esse método, a fala do paciente se transforma em material clínico, e a escuta da psicóloga se torna um instrumento de trabalho qualificado.

Rui Sibilio
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Compreender a metapsicologia freudiana (Princípio 2). Entenda a base conceitual que sustenta a escuta clínica e o vínculo com o paciente.
Consolidar o consultório psicanalítico exige mais do que prática: é preciso uma base conceitual coerente. Essa base é a metapsicologia freudiana, construída por Freud ao longo de anos de experiência clínica com seus pacientes.
O termo “metapsicologia” significa ir além da psicologia tradicional. Freud percebeu que os sintomas não podiam ser explicados apenas pelo funcionamento neurológico. Era necessário outro nível de compreensão, capaz de alcançar os processos inconscientes

Rui Sibilio
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A correlação entre os 4 princípios da Psicanálise. Entenda como a união da experiência clínica, da metapsicologia, do método e do tripé formativo garante a ética na Psicanálise.
Consolidar o consultório psicanalítico não se resume a diplomas ou leituras. O que dá consistência ao trabalho é a articulação dos quatro fundamentos da Psicanálise. Quando vividos em conjunto, eles formam a base sólida da escuta, do vínculo e do manejo técnico no consultório.
Unidos, esses princípios tornam a escuta mais precisa, o vínculo mais profundo e o manejo técnico mais seguro.

Rui Sibilio
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Tripé formativo em psicoterapia psicanalítica (Princípio 4). Entenda por que a psicoterapia pessoal, supervisão clínica e seminários clínicos sustentam a formação contínua.
A formação em Psicanálise é contínua e exige compromisso permanente com aquilo que sustenta a prática desde sua origem: a experiência clínica. É nesse ponto que entra o chamado tripé formativo, reconhecido como base da formação psicanalítica há mais de 100 anos.
O tripé precisa ser praticado simultaneamente ao longo da carreira. Ele garante que a psicóloga iniciante não se afaste dos princípios fundamentais que estruturam a Psicanálise.

Rui Sibilio
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O jeito certo da psicoterapia psicanalítica: Entenda os 4 princípios que sustentam a escuta, o vínculo e o manejo técnico.
O ponto de partida não é o diploma. É a prática clínica. A Psicanálise nasceu no consultório de Freud. A teoria veio depois, como desdobramento da experiência com o paciente.
O jeito certo se apoia em 4 princípios. E o motivo é simples: cada um deles preserva algo que surgiu da prática clínica de Freud e foi confirmado na rotina de consultório.

Rui Sibilio
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O jeito que não dá certo na psicoterapia psicanalítica. Diploma habilita, mas não qualifica: por que teoria sem prática clínica deixa lacunas na formação.
Muitas psicólogas, especialmente as que desejam consolidar o consultório psicanalítico mesmo sendo iniciantes, acreditam que o diploma — seja da graduação em Psicologia ou da pós-graduação em Psicanálise — já é suficiente para começar a atender. Mas a prática no dia a dia do consultório mostra outra realidade: a formação convencional não prepara de fato para o manejo clínico. O diploma habilita, mas não qualifica.

Rui Sibilio
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